Nuvem

Recife - PE

Paulo do Amparo

Paulo do Amparo aprendeu a desenhar ainda na infância, influenciado por histórias em quadrinhos.

Felizmente não virou quadrinista: isso dá trabalho demais e deixa a pessoa sem tempo de curtir essa vida de artista, esses dias tropicais que horas chove, horas faz sol.

Ama a música, as coisas inventadas caseiras, o toma-lá/dá-cá cotidiano, a possibilidade concreta de não fazer parte de nada.
Usa poucos traços, gosta também de poucas e vibrantes cores, usa pincel, canetas, bisnagas de tinta, borrifadores, telas de serigrafia e stencil, temas poéticos e líricos mesmo que algumas vezes quase blasfemos, vive apenas de arte e se considera um palhaco.

Essa série de pinturas e gravuras que estão expostas na Nuvem, de meus queridos Claudinha e Guga, são um apanhado geral, e aleatório, do que Paulinho (“só me chama de Paulinho quem me quer bem.”) tem produzido recentemente e mais algumas telas resgatadas do fundo do baú.

Jazzy!

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