Nuvem

Fotógrafos e arquitetos promovem leilão de quadro em solidariedade ao Pró-Criança

A paixão pelo lugar onde moram, a habilidade com as lentes fotográficas e a inquietude por um Brasil melhor de se viver. Estes foram os sentimentos que levaram quatro jovens pernambucanos a se unirem a favor do Movimento Pró-Criança. Juntos, os arquitetos Bruno Lima e Luiz Andrade, e os fotógrafos Bosco Lacerda e Cairus Franclei, decidiram promover um leilão nas redes sociais para ajudar na reconstrução da sede da ONG, no bairro dos Coelhos, que foi parcialmente destruída durante um incêndio em agosto.

A partir das 21h do próximo dia 27 e até às 21h do dia 10 de novembro, as pessoas terão a chance de participar do primeiro leilão de um quadro (tam: 1,60x 0,80) produzido a partir da fotografia do pôr do sol na cidade de Fortaleza/CE. Para isso, basta dar o lance no perfil @brunolima1111, do Instagram. A impressão da imagem a jato de tinta em papel Baryta Photographique 310g/m da linha Infinity da Canson, tem garantia de 150 anos e foi feita pela Atêlier de Impressão da Galeria Arte Plural. A moldura ficou por conta do artista plástico olindense, Marcelo Peregrino.

A ideia de leiloar o registro de um dos pontos turísticos mais visitados no país surgiu depois que o arquiteto Bruno Lima, da DPI Studio, passou a publicar no perfil dele fotos de cidades nordestinas, usando as hashtags #NordesteEuValorizo, #Nordestíssimo, #NordesteEuAmoEuCuido. “Eu amo fotografia e sou muito bairrista. Fotografo locais bonitos para que todos vejam nossas belezas naturais e nem só isso: mostro também edificações porque não somos apenas praia e mar, né?”, brincou o arquiteto.

As publicações chamaram a atenção de muitos seguidores, que logo aderiram à campanha e passaram a não só curtir as imagens como também a fazer registros e marcá-los dessa maneira. Por causa do sucesso e da qualidade do trabalho, Bruno chegou a receber propostas de compra de algumas fotos. Foi aí que surgiu a possibilidade de montar um quadro e fazer o leilão. “Eu sempre vejo meus amigos compartilhando no Facebook e Instagram algo do tipo: “Esse país não vai para frente nunca” ou “Brasil: um país de tolos” e essas pessoas, que publicam isso, não fazem nada além de criticar. Não quero ser assim. Sei que é o leilão é algo bem pequeno, mas já é alguma coisa”, afirmou.

Para por em prática o projeto, ele contou com o apoio do sócio Luiz Andrade e convidou os fotógrafos Bosco Lacerda e Cairus Franclei, da Lacerda Estúdio. O lance mínimo será de R$300. Os jovens esperam, agora, encontrar outros patrocinadores para realizar novos leilões e beneficiar outras instituições.

 

 

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